O governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB), descartou nesta segunda-feira (11) romper com o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP), afirmando que a oposição espera isso para se fortalecer nas eleições do próximo ano.
Pesquisa do Instituto DataRanking, em parceria com o Portal Fonte83, divulgada nesta terça-feira (12), aponta os nomes mais citados para uma das 30 cadeiras da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB).
O levantamento mostra que o presidente da ALPB, Adriano Galdino (Republicanos), aparece em primeiro lugar, com 1,78% das menções. Em seguida, surgem a deputada Camila Toscano (PSDB) e o deputado Walber Virgolino (PL), ambos com 1,41%.
Camila Toscano é a única mulher entre os cinco primeiros colocados da pesquisa. Ela preside a Comissão da Mulher na ALPB, a Comissão da Mulher da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale) e a Rede de Mulheres Parlamentares das Américas. Tem leis importantes em defesa das mulheres e está em seu terceiro mandato como deputada estadual.
A pesquisa foi realizada pelo Instituto DataRanking, em parceria com o Portal Fonte83, e divulgada em 12 de agosto. A margem de erro e o universo amostral não foram informados no material divulgado.
Na noite desta segunda-feira (11), o vereador Saulo de Biu, líder da prefeita Léa na Câmara Municipal de Guarabira, participou do programa Gente em Destaque, da TV Independente, transmitido ao vivo às 19h30.
Durante a entrevista, Saulo de Biu falou sobre sua atuação no Legislativo e destacou as ações desenvolvidas em parceria com a gestão municipal. O parlamentar aproveitou para confirmar publicamente seu apoio à reeleição da deputada estadual Camila Toscano, elogiando o trabalho da parlamentar na Assembleia Legislativa e ressaltando sua atenção às demandas de Guarabira.
Segundo Saulo, a parceria com Camila Toscano tem resultado em conquistas importantes para o município, e a continuidade desse trabalho será fundamental para trazer mais benefícios à população.
A presidenta da Câmara Municipal de Cuitegi, Solange Brito, convida todos os vereadores e a população em geral para participarem da abertura oficial dos trabalhos legislativos do segundo biênio. A solenidade acontecerá nesta quarta-feira (13), às 17h30, na sede do Poder Legislativo Municipal.
Durante o recesso parlamentar, a presidenta Solange aproveitou o período para promover uma reforma nas instalações da Câmara, buscando oferecer mais conforto e estrutura aos parlamentares e à comunidade. A entrega oficial da nova estrutura também será realizada durante a cerimônia.
Solange Brito agradece aos colegas vereadores pelo apoio e à população pela presença, reforçando o compromisso com um legislativo cada vez mais atuante e transparente.
Após um período de recesso de dois meses, a Câmara Municipal de Guarabira volta a se reunir na tarde desta terça-feira (12), no plenário da Casa Osório de Aquino, para mais uma sessão legislativa.
Na última sessão ordinária do primeiro semestre deste período, foi realizado um esforço concentrado onde foram apreciadas todas as matérias que estavam pendentes, sendo ainda realizada uma sessão extraordinária para limpar a pauta.
A reunião tem início às 16h e o presidente da casa, vereador Júnior Ferreira, está convidando toda a população para prestigiar a volta dos trabalhos.
FontePB
Paraíba – Um momento de desconforto marcou a participação do deputado federal Gervásio Maia (PSB) no programa de rádio da Correio, apresentado por Lázaro Farias, quando foi abordada a possível candidatura do prefeito Cícero Lucena e as disputas internas pelo poder dentro do PSB.
A tensão começou quando Gervásio respondeu a uma pergunta sobre o futuro político do grupo, sugerindo que Lázaro estaria “mais para um lado do que para outro”. Lázaro interrompeu, demonstrando desagrado: “A gente está ultrapassando os limites da elegância e da boa convivência”.
Gervásio tentou acalmar a situação: “Calma, não fique com raiva de mim, não. Se eu lhe ofendi, desculpe. Se quiser que eu saia, eu saio”. Lázaro respondeu: “Eu quero que você fique, mas nos respeite”.
O deputado rebateu, afirmando que não tinha intenção de desrespeitar o jornalista ou o programa, e citou a amizade antiga com Roberto Cavalcanti, proprietário do Sistema Correio de Comunicação.
“Eu não tenho como estar num programa que você acha que estou desrespeitando a casa de um amigo da minha família, um amigo da vida toda, Roberto Cavalcanti”. Lázaro advertiu: “Você não pode aproveitar dessa amizade para me enquadrar”.
Gervásio reforçou seu respeito: “Não estou lhe enquadrando, tenho uma admiração gigantesca, eu lhe acho um dos melhores profissionais do jornalismo paraibano. Eu citei que você torce mais por um do que por outro, isso é natural da democracia”.
Lázaro foi firme: “Aqui eu não posso permitir. Eu lhe fiz uma pergunta, você responde se quiser. Agora, não pode me enquadrar e dizer que eu tenho uma tendência por A ou por B”.
Gervásio concluiu: “Não acredito do fundo do coração que seja isso”. O embate foi interrompido com o chamado do bloco comercial, encerrando a discussão.
Após isso, o deputado voltou apenas para agradecer e acabar a entrevista de forma prematura. Veja no vídeo:
A declaração foi veiculada no programa Arapuan Verdade, da Rádio Arapuan FM.
De acordo com João Azevêdo, se o grupo governista estiver unido a possibilidade de vencer é muito grande. “Eu sei que o nosso grupo é um grupo muito forte e que, logicamente, a oposição espera até hoje que haja rompimento pra poder eles se viabilizarem. Essa é a grande verdade. Se nós nos mantivermos juntos, nós teremos possibilidades reais de vencermos na eleição do próximo ano”, disse.
João Azevêdo afirmou que Cícero Lucena já integra o projeto da base aliada, mas destacou que sua posição na chapa será outra. “Eu não sei o que você chama encabeçar. Mas está no processo, ele está, ele é aliado nosso. Em todas as conversas que eu tenho tido, ele nunca demonstrou em forma nenhuma, em hora nenhuma, a intenção de romper com o grupo. Então, eu acho que cabe, cabe. Agora, às vezes tem a hora de você estar jogando de meio de campo, tem a hora que você tem que jogar lá na lateral”, disse.
Durante a entrevista, João Azevêdo também foi questionado sobre uma data para anunciar a chapa que disputará o governo do Estado. Ele reafirmou não ter uma data definida e destacou que o processo é de construção e negociação, com argumentos sendo discutidos ao longo do tempo.
Pré-+candidato ao Governo da Paraíba, o ex-deputado federal Pedro Cunha Lima (PSD) voltou a sinalizar, nessa sexta-feira (8), que está no jogo para 2026 — mas sem descartar a possibilidade de ser vice-governador na chapa majoritária da oposição. A declaração foi feita durante a estreia do curta-metragem “Habeas Pinho”, inspirado em poema do ex-governador Ronaldo Cunha Lima, no Teatro Severino Cabral, em Campina Grande.
Em entrevista à imprensa local, Pedro afirmou que sua pré-candidatura segue de pé, dando sequência à campanha de 2022, quando foi ao segundo turno contra João Azevêdo (PSB). “Coloco meu nome à disposição para o Governo. Mas tudo pode acontecer. O importante é o debate, mais do que os nomes”, afirmou.
Ele frisou que a construção da chapa oposicionista ainda está em curso e que, antes de decisões definitivas, haverá um processo natural de afunilamento dentro do bloco que reúne partidos como PSD, PSDB, Podemos e União Brasil. “É uma caminhada que continua. O foco não pode ser apenas na eleição, mas no modelo que queremos discutir”, completou.
Apesar de manter a pré-candidatura viva, Pedro Cunha Lima não descarta apoiar outro nome, inclusive o do prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP), caso migre para a oposição, já que também tem sido cotado para a disputa estadual. “O movimento depende muito também do próprio Cícero”, ponderou.
Críticas à polarização e apelo por “nova solução”
Pedro Cunha Lima também comentou sobre o ambiente político nacional, criticando a polarização entre lulistas e bolsonaristas. Segundo ele, é hora de o país virar a página e encarar os desafios reais. “Respeito quem defende Lula, quem defende Bolsonaro, mas acredito que precisamos buscar uma nova solução. A política precisa voltar a discutir o que realmente importa: alfabetização, saneamento, saúde, segurança. Isso é o que deve mover o debate público”, declarou.
Fonte83
O motim vergonhoso e criminoso empreendido por parlamentares bolsonaristas esta semana no Congresso Nacional, que tentaram à força impedir a retomada dos trabalhos legislativos para que a famigerada pauta da anistia aos extremistas do 8 de janeiro fosse colocada em votação, foi muito além das imagens lamentáveis que circularam Brasil afora.
No caso da Câmara, em que o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), foi impedido de chegar à mesa diretora e de se sentar em sua cadeira, as ameaças não se restringiram à perna atravessada de Zé Trovão (PL-SC) obstruindo a passagem, aos gritos histéricos e violentos de Marcelo Van Hattem (Novo-RS) e de Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) ou à deprimente cena de Júlia Zanatta (PL-SC) usando a filha de meses como escudo humano: havia pelo menos dois parlamentares com armas de fogo na cintura.
A Fórum apurou com duas fontes de Brasília, com livre circulação e convívio com o poder no Congresso, que ao menos dois desses deputados estavam portando pistolas automáticas na cintura, ocultadas pelo paletó. Nas inúmeras imagens do quiproquó não é possível explicitar tal fato, mas esses interlocutores confirmaram que tal informação era de conhecimento da maioria dos parlamentares bolsonaristas que participavam do vexame iniciado após a decretação da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por parte do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que é relator da ação penal que tramita na Corte e julga a tentativa de golpe de Estado levada ao cabo entre o final de 2022 e o começo de 2023.
De acordo com as fontes, os dois deputados federais são egressos da área de segurança pública e as armas não seriam ilegais, tampouco os portes. O problema é que a ilegalidade flagrante e escandalosa está em mantê-las consigo dentro do Congresso Nacional, algo que é expressamente proibido desde 5 de dezembro 1963, quando, no dia anterior, o então senador Arnon de Mello (PDC-AL), pai de Fernando Collor de Mello, que viria a ser o primeiro presidente da República eleito após o fim da ditadura militar, matou com um tiro “por engano” o também senador José Kairala (PSD-AC), ao tentar atingir seu adversário alagoano Silvestre Péricles de Góis Monteiro (PST-AL).