Uma adolescente de 15 anos foi estuprada e agredida por dois suspeitos, um de 20 anos e outro de 16, ao voltar de uma festa no distrito de Pontina, na cidade de Ingá, no Agreste paraibano. De acordo com a Polícia Militar, os dois suspeitos envolvidos no crime foram presos nesta segunda-feira (5).
Segundo a PM, o caso aconteceu quando a jovem voltava de uma festa no distrito e os dois suspeitos, que estavam em uma moto, pararam para oferecer carona. A jovem, que conhecia um deles, aceitou. Alguns metros depois, no entanto, os suspeitos desceram do veículo e a levaram para uma região de mata, onde a agrediram e forçaram relações sexuais.
Os suspeitos fugiram após o crime e só foram identificados após a adolescente dar entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade de Ingá, onde apresentou diversos hematomas, nas regiões do braço e rosto. Imagens divulgadas pela PM mostram os hematomas da jovem pelo corpo.
De acordo com o delegado responsável pelo caso na Polícia Civil, Jeferson Almeida, inicialmente as investigações apontam que o abuso sexual aconteceu somente por parte do maior de 18 anos, conforme relato da vítima. No entanto, o inquérito na polícia não descarta a possibilidade de participação do menor de idade e somente com exames periciais que isso será indicado ou não.
do g1
A Prefeitura de Lagoa de Dentro convida toda a população para participar da inauguração da Unidade Básica de Saúde Josefa Fernandes de Oliveira, que acontecerá no próximo dia 10 de janeiro, às 15 horas, na Rua da Fraternidade, no bairro Cristo Rei.
A inauguração representa mais uma importante conquista para a saúde pública do município, ampliando o acesso da população aos serviços da atenção básica e reforçando o compromisso da gestão municipal com o cuidado e o bem-estar dos cidadãos.
O momento será marcado por respeito e homenagem, eternizando o nome de Josefa Fernandes de Oliveira, cuja memória passa a representar acolhimento, dedicação e cuidado com as pessoas. A nova unidade foi planejada para oferecer um atendimento mais humanizado e de qualidade à comunidade.
A gestão municipal reforça o convite a toda a população para prestigiar este ato inaugural, que simboliza mais um passo na construção de uma Lagoa de Dentro com mais saúde, dignidade e qualidade de vida.
Dois homens foram presos e dois ficaram feridos em confronto com Polícia Militar, durante uma ação que teve como alvo um grupo criminoso que roubou canetas emagrecedoras de uma farmácia em João Pessoa. A ação aconteceu no bairro Mangabeira II, na manhã desta terça-feira (6).
Conforme informou a Polícia Militar, os suspeitos foram interceptados por policiais do 5º Batalhão, após um assalto a uma farmácia no bairro de dos Bancários. Quando chegaram em Mangabeira II houve troca de tiros entre a Polícia Militar e o grupo.
Dois suspeitos foram atingidos e socorridos, um para o Hospital de Trauma de João Pessoa e outro para o Complexo Hospitalar de Mangabeira, o Trauminha.
A Polícia Militar apreendeu com os suspeitos uma arma, um carro roubado e recuperou várias canetas emagrecedoras, além de outros produtos.
Ainda não há informações se os suspeitos alvos da ação desta terça-feira (6) possuem envolvimento com os roubos anteriores a canetas emagrecedoras em farmácias da capital paraibana.
O governador João Azevêdo (PSB) disse, na manhã desta segunda-feira (05), que o resultado da eleição deste ano “mostrará”que o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB), “errou” ao optar pelo rompimento com a base governista e firmar aliança com a oposição para disputar o Governo da Paraíba em 2026. Durante o lançamento da revista Paraíba da Gente, com as ações realizadas pelo Poder Executivo Estadual em 2025, Azevêdo lembrou o apoio que deu a Lucena nas últimas eleições municipais.
“Com relação ao prefeito, ele escolheu seu caminho e seguiu. Essa é uma decisão pessoal. Nós não esperávamos que isso acontecesse. Até porque eu tive o prazer de minimamente ajudá-lo na sua caminhada e na sua volta à política, ele estava fora da política e voltou. Todos nosso grupo, não só eu, mas o PP e o Republicanos, fizemos o nosso trabalho, que era dentro daquela aliança fazer o trabalho. Não faço nada para cobrar de ninguém depois. Tudo que faço na minha vida é o que eu acredito que preciso fazer. Não tenho cobrança para quem quer que seja. Quem quiser seguir seus caminhos, que siga. A vida é assim. Somos frutos das nossas escolhas. Temos ônus e bônus de cada escolha. E não tenho preocupação nenhuma com o prefeito. Vamos para disputa e nós vamos mostrar que ele [Cícero] estava errado [ao romper com a base governista]”, afirmou.
Na entrevista coletiva, o gestor estadual também disse que não iria deixar se levar por discussões na oposição e provocou o bloco ao se referir o modo do prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (União), de administrar.
“Não se faz política pensando em adversário. Se faz pensando no projeto que vamos apresentar para Paraíba. É isso aqui. Daqui pra cima, daqui para mais, daqui para frente. É isso que queremos. Se for me basear pela oposição fica complicado. É a gestão de Campina Grande que a gente quer que volte ao Estado? Vá lá em Campina”, indagou.
Saída do governo
No evento, o governador reforçou que deve sair do cargo em abril para disputar o Senado. Mesmo com a desincompatibilização, Azevêdo disse que deixará ao vice-governador Lucas Ribeiro (PP) um estado equilibrado e com ações planejadas até o próximo ano.
“O estado está pensado e planejado. Saio com a sensação de que o que foi feito e que vai ser feito está planejado. Nunca se fez uma transição nesse estado com a estabilidade fiscal que vamos fazer”, citou.
Maispb
O secretário de Esporte, Juventude e Lazer, Lindolfo Pires, disse “ter confiança” de que o Estádio Almeidão terá condições de sediar partidas do Campeonato Paraibano no dia 17 de janeiro, data de estreia da competição.
A declaração foi feita nesta segunda-feira (5) durante edição da revista ‘Paraíba da Gente’ com o balanço das obras e políticas públicas realizadas em 2025.
“Olha, nós estamos trabalhando nesse caminho, nessa direção, a empresa que faz a manutenção assegura. Ainda hoje, acabei de vir lá do Almeidão para cá e eu tenho a confiança de que no dia 17 o Almeidão estará em plenas condições de sediar qualquer jogo de futebol aqui em João Pessoa”, relatou Lindolfo.
No último domingo (4), o Botafogo-PB anunciou que vai mandar seus dois primeiros jogos do Campeonato Paraibano 2026 fora do Estádio Almeidão. A decisão do Botafogo-PB foi divulgada pelo empresário Fillipe Félix, dono da SAF do clube, em publicação nas redes sociais.
“Faz algum tempo [que conversei com a diretoria do Botafogo-PB], só dialoguei com eles o ano passado, eles estiveram conosco, queriam uma parceria em relação aos camarotes, nós acertamos para que o estádio tenha camarotes modernos, mas depois, esse ano ainda, não houve nenhum diálogo com nenhum representante da SAF”, concluiu Pires.
MaisPB
A prefeita de Guarabira, Léa Toscano, e a deputada estadual Camila Toscano realizam, na próxima quinta-feira (8), uma coletiva de imprensa para anunciar o posicionamento político para as eleições estaduais deste ano, com foco no pleito para o Governo da Paraíba. O encontro acontecerá a partir das 17h, na Vila Gourmett, em Guarabira.
O evento será transmitido pelo canal no YouTube da prefeita Léa e pela Rádio Constelação FM, e será aberto à população, lideranças políticas, vereadores e aliados da região do Brejo.
A coletiva deve marcar um momento na construção do cenário político estadual, com o posicionamento das duas lideranças do Brejo paraibano no debate eleitoral da Paraíba.
Léa Toscano – Léa Toscano é a atual prefeita de Guarabira. Ela é formada em administração pública e mãe de quatro filhos, entre eles a deputada estadual Camila Toscano (PSDB). Iniciou a carreira política em 1983, coordenando ações sociais em Guarabira no governo de Zenóbio Toscano. Em 1996, disputou a eleição municipal e tornou-se a primeira mulher prefeita da cidade de Guarabira em mais de 100 anos de história. Foi reeleita em 2000. Já em 2010, Léa Toscano foi eleita deputada estadual. É viúva do ex-deputado estadual e ex-prefeito de Guarabira, engenheiro civil Zenóbio Toscano de Oliveira.
Camila Toscano – A deputada Camila Toscano está em seu terceiro mandato como deputada estadual. Natural de João Pessoa, com raízes familiares em Guarabira, no Brejo paraibano, é advogada e cresceu no meio da política, acompanhando a atuação dos pais: a ex-deputada Léa Toscano e o ex-deputado e ex-prefeito Zenóbio Toscano. Atualmente, ela é vice-presidente do PSDB Estadual. É atual presidente da Comissão da Mulher da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), integrante da Comissão da Mulher da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale) e presidente da Rede de Mulheres Parlamentares das Américas. Nacionalmente, fez parte do grupo de estudo da Unale que formulou políticas públicas para combater a violência contra a mulher.
O Governo Federal encaminhou, na última sexta-feira, 2, ao Congresso Nacional um projeto de lei que propõe a criação do Instituto Federal do Sertão Paraibano, com sede da reitoria no município de Patos. A iniciativa fortalece a política de interiorização do ensino técnico e superior e reconhece o papel estratégico da cidade como polo regional de educação.
O novo instituto será criado a partir do desmembramento do Instituto Federal da Paraíba (IFPB) e passará a integrar formalmente a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, tendo Patos como sede administrativa.
Presidente da Câmara dos Deputados, o deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) destacou a relevância da proposta para o desenvolvimento regional.
“A descentralização do ensino superior no interior consiste em uma bandeira que abraço desde o meu primeiro mandato. Essa é uma iniciativa que aponta para o futuro, ao fortalecer a formação de mão de obra ainda mais qualificada, atrair empresas e gerar desenvolvimento. Patos já se consolidou como um polo regional de educação e conhecimento, recebendo estudantes de toda a Paraíba e de estados vizinhos. A criação do Instituto Federal do Sertão Paraibano fortalece esse papel e amplia as oportunidades para milhares de jovens”, afirmou.
Hugo Motta ressaltou ainda que a medida reconhece e valoriza o merecimento do povo sertanejo, uma população marcada por grandes vocações, talentos e capacidade de superação, que agora poderá ter seu potencial ainda mais ampliado por meio do acesso ao conhecimento científico, à educação de qualidade e a políticas públicas estruturantes voltadas para o desenvolvimento do interior do Nordeste.
O prefeito de Patos, Nabor Wanderley (Republicanos), lembrou o trabalho político e institucional realizado ao longo dos últimos anos para viabilizar a expansão da educação federal no município.
“A implantação e o fortalecimento do IFPB em Patos são fruto de muito diálogo, persistência e articulação do presidente Hugo, em Brasília. Lutamos para que o IFPB viesse para Patos, fizemos a doação do terreno à época, demos apoio institucional e mostramos que a cidade tinha estrutura, demanda e capacidade de se tornar referência educacional no Sertão. Esse novo instituto, a partir do desmembramento, é um passo histórico que coroa esse esforço coletivo”, destacou.
De acordo com o projeto de lei, a criação do Instituto Federal do Sertão Paraibano será regulamentada por ato do Poder Executivo Federal.
A expectativa é que a nova instituição amplie a oferta de cursos técnicos, tecnológicos e superiores, fortalecendo a formação profissional e acadêmica no Sertão paraibano e consolidando Patos como um dos principais centros educacionais do interior do Nordeste.
O número de feminicídios subiu para 32, na Paraíba, entre os meses de janeiro e novembro de 2025. O número já é 39% maior que o registrado em todo o ano de 2024, quando 26 casos foram registrados. A média, na Paraíba, é de 2 feminicídios registrados por mês.
Foram 3 feminicídios registrados no mês de janeiro, 6 no mês de fevereiro, quatro em março, 2 em abril, 3 em maio, 3 em junho, nenhum em julho, 1 em agosto, 3 em setembro, 2 em outubro e 5 em novembro.
Para a pesquisadora de gênero, Glória Rabay, vários fatores influenciam a manutenção de números ainda altos. “Um fator é cultural, porque a lei, em si, não vai fazer diminuir nada, porque existem muitos fatores que explicam a violência contra as mulheres, fatores culturais, do machismo, e a gente tem visto um crescimento de práticas misóginas nos últimos anos, com o avanço da direita no Brasil, a gente tem visto que os discursos de misoginia, de ódio contra as mulheres, eles têm se proliferado fundamentalmente nas redes sociais”, explica a pesquisadora.
De janeiro a novembro de 2025, a Paraíba registrou os 32 feminicídios em diferentes cidades, de acordo com o Ministério da Justiça e Segurança Pública: João Pessoa (4), Araçagi (2), Cajazeiras (2), Conde (2), Coremas (2), Patos (2), Cacimba de Dentro , Campina Grande (1), Capim (1), Cuité (1), Itaporanga (1), Juru (1), Lagoa Seca (1), Marizópolis (1), Mulungu (1), Natuba (1), Nova Floresta (1), Pilar (1), Pilões (1), Pombal (1), Santa Rita (1), Sapé (1), Solânea (1) e Triunfo (1).
Glória Rabay ressalta, portanto, que a prática do feminicídio não está restrita a um determinado território. “Embora sejam as mulheres pretas, pobres, periféricas, as maiores vítimas, a gente vai encontrar vítimas com qualquer característica social. Da mesma forma, a gente vai encontrar homens violentos em qualquer lugar da sociedade, sejam pessoas pobres, sejam pessoas com recursos, sejam homens brancos, sejam homens pretos, porque a cultura machista está disseminada por toda a sociedade, não está apenas em um determinado núcleo, determinada bolha. Isso explica porque os casos de feminicídio estão espalhados em todo o território”, detalha.
Apesar de ainda não haver dados oficiais consolidados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, o g1 já contabilizou, pelo menos, cinco feminicídios no mês de dezembro.
Em março de 2015, a Lei nº 13.104 foi sancionada incluindo o feminicídio no rol dos crimes hediondos. Em 2024, uma nova legislação, a Lei 14.994, tornou o feminicídio um crime autônomo e estabeleceu outras medidas para prevenir e coibir a violência contra a mulher. Conforme a lei, o feminicídio é o assassinato de mulheres por razões da condição do sexo feminino.
Considera-se que há razões de condição de sexo feminino quando o crime envolve violência doméstica e familiar e/ou menosprezo ou discriminação à condição de mulher. A pena para os condenados pelo crime de feminicídio pode chegar 40 anos de prisão, maior do que a incidente sobre o de homicídio qualificado (12 a 30 anos de reclusão).
g1