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Notícias | Política
05.12.2017 - 11h04 | Eldení Alves
“É impossível rifar o prefeito Romero, pela gestão que ele realiza”, diz deputado tucano
 
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O deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) negou, nesta terça-feira (04), que o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB), tenha sido ‘rifado’ da sucessão estadual, nas eleições de 2018. A declaração foi uma resposta ao questionamento de o PSDB vai anunciar apoio a Luciano Cartaxo ainda este mês.

“É impossível rifar o prefeito Romero, pela gestão que ele realiza”, disse Pedro. “A gestão que o prefeito Romero realiza, você dificilmente encontrará parâmetros no Nordeste, numa situação semelhante à dele. Campina é a cidade que tem o menor Fundo de Participação dos Municípios per capita da Paraíba. Uma economia que está trazendo todo tipo de dificuldade, e assim você vê uma gestão que acontece, que inova, basta andar com Romero na rua”, disse.  

O tucano, no entanto, disse que apesar disso não pode antecipar as etapas, embora só falte um mês para 2018, pois o prefeito de João Pessoa também não pode ter seu “nome esquecido” e o PSDB não pode olhar só para dentro de si mesmo. “O prefeito Luciano também está nessa aliança”, lembrou.

O deputado concedeu entrevista de rádio, no Sistema Correio de Comunicação.

Pedro Cunha Lima também afirmou ser contra a reforma da Previdência e disse que as reformas têm que se feitas de cima para baixo. Pedro Cunha Lima afirmou que, nesta terça-feira (04), vai conversar com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), nesta terça-feira (04), para tratar do custo da Câmara dos Deputados. O parlamentar defende cortes nas regalias da Casa.

“Antes de fazer a reforma da previdência, a gente tem que fazer a reforma dos privilégios”, disse.

De acordo com o parlamentar, essa reforma deveria ser feita em uma semana, cortando os acessos. O deputado disse que o orçamento da Câmara dos Deputados é de R$ 5,2 bilhões, e que o suplente da Mesa tem 11 cargos comissionados com salários de até R$ 14 mil. “A gente tem um país ainda banhado em privilégios”, disse.

 

 

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