A Operação conjunta deflagrada na tarde desta segunda-feira (09) para investigar a denúncia de propaganda enganosa com a venda de medicamento “Anti Coronavírus” acabou com a interdição da farmácia de manipulação Genus Pharma, no bairro de Manaíra, em João Pessoa. Várias matérias-primas para a confecção de medicamentos também foram apreendidas na operação que foi deflagrada pelo Ministério Público da Paraíba, Polícia Civil, Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa) e a Vigilância Sanitária da Prefeitura de João Pessoa.
De acordo com o termo de interdição cautelar emitido pela Gerência de Vigilância Sanitária de João Pessoa, a farmácia estava funcionando com a licença sanitária vencida. Além disso, estaria utilizando matérias-primas com prazos de validade expirados, que foram apreendidos.

O estabelecimento está sendo investigado em razão de propaganda enganosa, de acordo com informações do promotor Bergson Formiga ao ClickPB. Até o momento, desde a descoberta do novo Coronavírus, não foi descoberto um remédio ou desenvolvida vacina como forma de prevenção.
O anúncio, que foi compartilhado nas redes sociais da GenusPharma, mas já foi excluído, promete o aumento da imunidade como a melhor solução para o Coronavírus. “Por isso trouxemos para vocês um poderoso Complexo para dá aquele UP na sua imunidade, e não deixar esses vírus nem passar perto de você!”, destaca o texto.

Ainda segundo o texto publicitário, a embalagem do ‘complexo para imunidade’ tem 30 cápsulas e contém ativos como Resveratrol, Selênio Quelado,Vitamina E,Vitamina A,Extrato de semente de uva e Coenzima Q10.
De acordo com o Ministério da Saúde, as melhores formas de se prevenir do Coronavírus são: lavar as mãos com frequência usando água e sabão, evitar contato próximo com pessoas doentes, cobrir a boca e nariz ao tossir ou espirrar, limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.


Sim, é verdade – a ciência apoia a tese que beber um copo de vinho tinto por dia faz bem. Segundo uma nova pesquisa, divulgada pela revista Galileu, o resveratrol, composto vegetal presente nas cascas das uvas, bloqueia uma enzima associada à gestão do stress no cérebro, o que por sua vez impacta diretamente a saúde mental.
“O resveratrol pode ser uma alternativa eficaz aos medicamentos para o tratamento de pacientes que sofrem de depressão e transtornos de ansiedade”, explicou a autora do estudo Ying Xu, num comunicado divulgado à imprensa.
O estudo
Os pesquisadores recorreram a ratos para testar como as quantidades de PDE4 estariam relacionadas com ocorrência de depressão e ansiedade. Os dados apurados, de acordo com a Galileu, apontaram que a enzima diminui o monofosfato de adenosina cíclico (molécula mensageira que sinaliza mudanças fisiológicas ao corpo) provocando alterações perceptíveis no cérebro. Todavia, quando o resveratrol estava presente, a substância atuava ao proteger os neurônios, inibindo assim a expressão de PDE4.
Apesar de outras pesquisas já terem identificado os efeitos antidepressivos do resveratrol, ainda não era conhecida a correlação entre o composto com a fosfodiesterase 4 (PDE4), enzima impactada pelo hormônio do stress corticosterona.
O Ministério da Saúde vai anunciar nesta quarta-feira a confirmação de mais dois casos do novo coronavírus (Sars-CoV-2) no Brasil, elevando o total de casos do país a quatro. As informações serão detalhadas em entrevista coletiva marcada para as 17h.
O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, cancelou viagem que faria a Feira de Santana (BA) para participar da entrevista.
Já havia dois casos confirmados do novo coronavírus no Brasil, ambos em São Paulo, de homens (um de 61 anos, outro de 32) que haviam viajado à Itália, um dos países mais afetados pela epidemia.
Dos dois novos casos, ao menos um deles também é de São Paulo, sendo uma criança que voltou de viagem da Itália.
As secretarias municipal e estadual de Saúde informaram a ter confirmado um novo caso, para o qual ainda faltava contraprova no laboratório do Instituto Adolfo Lutz, um dos de referência nacional, para confirmar se a pessoa contraiu mesmo o novo vírus.
Segundo o último boletim do Ministério da Saúde, divulgado na terça-feira, o Brasil tem 488 casos suspeitos do novo coronavírus. São Paulo é o estado com mais suspeitas: 130. No Rio de Janeiro, são 62. Apenas quatro estados não registraram casos suspeitos: Acre, Amapá, Roraima e Tocantins.
No mundo, mais de 3 mil pessoas já morreram em decorrência da doença, a maioria delas na China. O total de contaminados já passou de 93 mil, mas a imensa maioria deles já foi curada da doença, nomeada Covid-19.
A Covid-19 costuma provocar sintomas como febre e problemas respiratórios. Até o momento, há dois casos confirmados do novo coronavírus no Brasil, todos em São Paulo. Ambos os casos são importados, de pacientes que tinham viajado à Itália, um dos países mais afetados pela epidemia.
Não há detalhes sobre o terceiro possível caso. Segundo o último boletim do Ministério da Saúde, divulgado na terça-feira, o Brasil tem 488 casos suspeitos do novo coronavírus. São Paulo é o estado com mais suspeitas: 130.
No Rio de Janeiro, são 62. Apenas quatro estados não registraram casos suspeitos: Acre, Amapá, Roraima e Tocantins. No mundo, mais de 3.200 pessoas já morreram em decorrência da doença, a maioria delas na China.
Cerca de 30% das mortes no Brasil acontecem por causa de doenças cardiovasculares, a maior causa de óbitos no mundo todo, sendo o infarto o grande vilão. Também chamado de infarto agudo do miocárdio ou ataque cardíaco, esse problema pode ser fatal.
Porém, com o cuidado e atenção devida, é possível notar sinais (ainda que muito sutis) de um infarto semanas antes de acontecer. “Os sintomas precoces aparecem em cerca de 50% dos casos, mas costumam ser ignorados”, afirma o cardiologista Rogério Marra, do Hospital Samaritano de São Paulo. Abaixo, descubra alguns sinais que, se combinados, podem ser indicativos precoces de infarto:
1. Dor na região torácica:
2. Falta de ar:
A sensação de aperto no peito pode interferir nos pulmões, traduzindo-se na dificuldade de respirar. “Tamanho desconforto no paciente, isso pode gerar uma falta de ar”, diz o especialista.
3. Náusea, indigestão, azia ou dor abdominal:
Por causa desses sintomas, muitas vezes o problema é confundido como um simples desconforto digestivo. “O médico deve estar muito atento e, se possível, ser especialista para conseguir fazer o diagnóstico correto”, de acordo com Marra.
4. Tontura:
Algumas semanas antes de um infarto, também é possível vivenciar tonturas. Por isso, é importante “evitar dirigir nesse caso, pois arritmias e desmaios podem colocar em risco você e os outras pessoas”, ressalta o cardiologista Bruno Valdigem, do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia.
5. Suor frio:
Junto com a tontura, o paciente também pode relatar suor frio, decorrente das dores no peito. “Apesar de ser um sintoma simples, eles representam algo progressivo: quanto mais cedo a pessoa chegar no hospital, mais fácil será diminuir os danos”, afirma Marra.
6. Fraqueza:
A fraqueza passa despercebida muitas vezes, mas é preciso atenção, pois pode ser um indicativo de algo mais grave. “Esse quadro é um desafio, pois de todas as avaliações do pronto socorro, 20% são relacionadas ao coração, então o médico pode não entender que esse sintoma se trata do coração”, conta Rogério.
Portal25Horas
O Brasil tem 132 casos suspeitos de coronavírus, de acordo com balanço do Ministério da Saúde divulgado nesta quinta-feira (27). O número representa um salto em relação ao dia anterior, quando havia 20 casos. O aumento poderia ser ainda maior, já que outras 213 notificações foram enviadas pelos estados, mas os técnicos do ministério não conseguiram fazer a análise antes da finalização do boletim.
Na quarta-feira (26), o governo confirmou o primeiro caso positivo de coronavírus no Brasil. Trata-se de um homem que mora em São Paulo, tem 61 anos, e veio da Itália.
Neste novo boletim, nenhum outro caso foi confirmado. O crescimento no número de casos ocorre em paralelo à dispersão dos casos na Europa e como consequência de mudanças no protocolo.
“A única alteração dos critérios de casos suspeitos é que agora ampliamos o número de países (agora 16) que o paciente esteve. Antes era só a China.” – João Gabbardo dos Reis, secretário-executivo do Ministério da Saúde
Suspeitas de Covid-19
De acordo com o secretário-executivo da pasta, João Gabbardo dos Reis, os técnicos não tiveram tempo para analisar todas as notificações recebidas das secretarias estaduais de saúde. Ele dá como certo que, entre as mais de 200 notificações pendentes, muitas serão classificadas como casos suspeitos. O secretário-executivo chegou a falar na possibilidade de cerca de 300 casos, considerando os 132 suspeitos e as notificações que ainda serão confirmadas.
Gabbardo explicou que, entre os 132 suspeitos, dois casos já foram testados para vírus respiratórios comuns e apresentaram resultado negativo. Agora, eles passam por análise específica para o coronavírus.
Entre os pacientes com quadros sob investigação, 121 têm histórico de viagem para países com transmissão da doença, outros 8 pacientes tiveram contato com casos suspeitos e três são contatos do paciente de 61 anos já confirmado com Covid-19.
Casos suspeitos por estados
Pelo país, os casos suspeitos estão distribuídos da seguinte forma: São Paulo (55), Rio Grande do Sul (24), Rio de Janeiro (9), Santa Catarina (8), Paraná (5), Distrito Federal (5), Minas Gerais (5), Ceará (5), Rio Grande do Norte (4), Pernambuco (3), Goiás (3), Mato Grosso do Sul (2), Paraíba (1), Alagoas (1) e Bahia (1) e Espírito Santo (1).
O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, reforçou a intenção de antecipar a campanha de vacinação contra a gripe no Brasil após o primeiro caso confirmado de coronavírus no País.
A vacina contra gripe não previne contra o coronavírus, porém, autoridades avaliam que a imunização facilita o diagnóstico para separar os casos quando há sintomas como febre e tosse.
A vacinação está prevista para começar entre a última quinzena de março e o início de abril. “Se tivermos como antecipar, podemos começar pelo Rio Grande do Sul. O inverno chega um mês antes no Sul do Brasil”, afirmou o ministro.
Responsável pela morte de 782 pessoas só em 2019, a dengue – doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti – já deixa 11 estados brasileiros em sinal de alerta no início deste ano. A informação é do coordenador-geral de Vigilância em Arboviroses do Ministério da Saúde, Rodrigo Said.
Além de toda a região Nordeste, incluindo a Paraíba, a população do Rio de Janeiro e Espírito Santo deve ficar atenta a um possível surto do tipo 2 do vírus. A dengue tem quatro variações de sorotipos. Segundo Said, o sorotipo 2 deve causar mais preocupação nesses estados, neste ano, porque, até então, não houve uma circulação “significativa” do vírus nessas áreas, que no ano passado, somaram mais de 310 mil casos prováveis da doença.
“De 2010 a 2016, a circulação mais intensa foi pelos sorotipos 1 e 4. Em 2018, houve alteração de circulação para o sorotipo 2 em estados das regiões Centro-Oeste e Sudeste, exceto no Rio e no Espírito Santo. Essa mudança no padrão de circulação que ocorre atualmente nesses estados, e a possibilidade de ocorrer nos estados do Nordeste, aponta para um cenário de risco, que exigirá ações de vigilância para monitorar essa situação.”
De acordo com o Ministério da Saúde, os estados já receberam os inseticidas que agem contra os mosquitos adultos e larvas, para manter o controle vetorial. Além disso, as ações de organização da rede de atenção a pacientes também já foram elaboradas.

Se uma pessoa é infectada por um desses sorotipos, desenvolve imunidade a ele. No entanto, se contrair a doença novamente por outro sorotipo, pode manifestar-se de forma mais grave do que na primeira vez.
O pesquisador da Fiocruz Brasília, Claudio Maierovitch, explica que o paciente não precisa se preocupar com qual sorotipo foi infectado, já que o tratamento será igual, independentemente do tipo de vírus.
“Sabendo que uma pessoa tem dengue, o tratamento será igual para todos os tipos. A possibilidade de que haja um agravamento causa a mesma preocupação para todos os tipos. Quem tem dengue, em geral, não fica sabendo por qual tipo de vírus teve. Fica sabendo apenas que teve dengue.”
Dados do Ministério da Saúde revelam que, em 2019, foram notificados mais de um milhão e meio de casos prováveis de dengue. A taxa de incidência a cada 100 mil habitantes ultrapassou 735 ocorrências. Em relação aos casos graves da doença, foram registradas 1.419 confirmações.
E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.
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