A paciente Ketillyn Soares de Pontes que reside na cidade de Mulungu e estava em observação quando entrou em trabalho de parto na unidade de pronto atendimento (UPA) de Guarabira, a equipe agiu rapidamente seguindo todos os protocolos para esta situação. Logo após a mãe e a criança foi transferida para a maternidade do Hospital Regional de Guarabira que é referência nesses casos.
O parto foi normal, e a criança nasceu às 7:45 da manhã, saudável pesando 2kg e do gênero masculino foi homenageado como nome do seu avô Antônio Neto, a nova mamãe e seu filho passam bem, é o segundo caso de um parto feito pela UPA de Guarabira que foi realizado.
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A Paraíba registrou uma alta de 5% no número de nascimentos em 2018, a 5ª maior do Brasil, segundo as Estatísticas do Registro Civil, divulgadas nesta quarta-feira (4) pelo IBGE. A variação, em comparação a 2017, está acima da média do Brasil, de 1%, e só é menor do que a observada em Roraima (13,4%), no Mato Grosso (8,4%), Amapá (5,3%) e Maranhão (5,2%).
Os municípios paraibanos que apresentaram as maiores variações foram São Domingos, com uma alta de 78,3%; Várzea, 73,9%; Cacimba de Areia, 65,9%; Aparecida, 65,8%; e Pedro Régis, 59,6%.
Já as menores variações foram observadas em São José do Brejo do Cruz, -39,1%; Cajazeirinhas, -34,7%; Nova Floresta, -32,6%; São Francisco, -30%; e Curral Velho, -28,1%.
A pesquisa também indica que as mulheres na Paraíba estão tendo filhos em idade mais avançada. Em 2008, o grupo de até 29 anos de idade representava 75,3% do total das mulheres que passaram por partos, já em 2018 esse percentual caiu para 65%. Enquanto isso, nesse período, a quantidade de mulheres que tiveram filhos na faixa etária de 30 a 49 anos aumentou de 23% para 34,5%.
De acordo com o levantamento, do total de paraibanos nascidos vivos no último ano, a maioria, 30.093, era do sexo masculino e 28.889 do feminino. Os dados indicam ainda que, no estado, o mês com mais nascimentos registrados é maio, com 5.483; seguido por março, 5.335; e abril, com 5.334.
O número de mortes, por sua vez, permaneceu estável em relação a 2017, com uma leve variação negativa de 1,59%. O total passou de 26.530 para 26.107, em 2018. Conforme os registros, no estado, a maior parte das mortes é de homens e ocorre de forma natural.
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Não é à toa que grandes executivos e profissionais de sucesso seguem à risca esse hábito. Kat Cole, presidente da empresa Focus Brands, acorda todos os dias às 5h da manhã e bebe 700 ml de água. Arianna Huffington, fundadora do Huffington Post, e Brad Lande, executivo da Birchbox, afirmam que assim que acordam bebem um copo de água quente com limão. Talvez se esteja a perguntar: ‘por que escolhem beber água em vez de café’?
As seis a oito horas recomendadas de sono são um longo período de tempo sem nenhum consumo de líquidos. Por isso, beber um ou dois copos de água assim que acorda é uma boa forma de reidratar o corpo. “A maioria das pessoas bebe café assim que acorda”, afirma Batayneh. “Apesar de ser uma boa fonte de antioxidantes, a bebida também tem o poder de desidratar. Pode compensar esse efeito bebendo água”.
2. Mantém a mente alerta
“Um dos maiores indicadores de que está desidratado é a sensação de letargia e de pouca energia”, diz Batayneh. “Como a água ajuda na regulação das funções cerebrais, também está relacionada ao equilíbrio do nosso humor”. Após um longo período sem água ou sem comida, a primeira coisa que consome de manhã pode ser um verdadeiro choque para o corpo. Se beber água gelada, vai fazer com que o organismo trabalhe mais, o que “pode aumentar o seu estado de alerta e energia”, explica a nutricionista.
3. Dá energia ao cérebro
Quando se trata de produtividade, a hidratação é crucial. O cérebro humano é maioritariamente composto (73%) por água, afirma Batayneh, e por isso estar hidratado é essencial para manter um nível ótimo de atividade cerebral. Obviamente trata-se de um processo que tem de suster ao longo de todo o dia, mas começar com um copo de água assim que acorda é um passo na direção certa. “A manhã dá o tom para o resto do dia”, diz a nutricionista. “Se está se sentindo lento, isso irá refletir-se na sua produtividade no trabalho e até no nível de energia que terá à noite”.
Uma mulher teve uma ingrata surpresa dias depois de fazer a unha em um salão da cidade de Greensboro, Carolina do Norte, Estados Unidos. Fungos atacaram as mãos dela, deixando o local sangrando e cheio de pus. Segundo a emissora WFMY, a contaminação se deu com o uso de um produto que está se tornando popular, o dip powder, uma espécie de esmalte em pó.
Em vez de passarem o esmalte, as clientes mergulham as mãos em um pó e saem com elas quase pintadas. Como várias pessoas fazem o mesmo procedimento, a contaminação torna-se fácil. “Percebi dias depois que tinha alguns pontos ao redor e tentei passar alguns cremes, mas só piorava”, contou Bethany à emissora.
Logo depois, ela consultou o médico que deu o diagnóstico de fungos. Os especialistas alertam para a prática e pedem para que os interessados na técnica levem os próprios produtos ou que peçam apenas itens novos.
Foi promulgada nesta terça-feira (19) a lei estabelecendo o prazo máximo de 30 dias para a realização de exames em pacientes com câncer no Estado. A lei 11.518/2019, de autoria do deputado estadual Wilson Filho, foi promulgada pela Assembleia Legislativa da Paraíba.
De acordo com o deputado Wilson Filho, “nosso projeto abrange os pacientes já diagnosticados, ou seja, se o paciente já foi diagnosticado com câncer, já fez a biópsia, e agora precisa fazer os exames para saber qual é o tratamento mais adequado, esta lei servirá para estes. Na Paraíba, em 2018, foram cerca de 5 mil paraibanos diagnosticados. Portanto, tenho certeza que ajudaremos bastante a aumentar a proporção de sobreviventes dessa doença”.
De acordo com a nova lei, os hospitais da Paraíba que atuam em conjunto com o Sistema Único de Saúde (SUS) serão obrigados a realizarem exames clínicos, laboratoriais e complementares em pacientes com diagnóstico de câncer em no máximo 30 dias.
Começa na segunda-feira, dia 18, a segunda fase da campanha de vacinação contra o sarampo. O foco desta vez é a faixa etária de 20 anos a 29 anos. O objetivo é de que as pessoas nessa idade tomem duas doses da vacina tríplice viral (caxumba, rubéola e sarampo) com intervalo mínimo de 30 dias.
A imunização será feita ir a uma das Unidades Básicas de Saúde do município. O ideal é ter a caderneta de vacinação em mãos.
Segundo o Ministério da Saúde, haverá mais três etapas da campanha de vacinação contra o sarampo em 2020, nas seguintes faixas: de 5 a 19 anos, de 30 a 49 anos e de 50 a 59 anos. A meta é vacinar 2,6 milhões crianças e 13,6 milhões de adultos.
A vacina é contraindicada para bebês menores de seis meses.
Até o dia 13 de novembro, o estado de São Paulo, região mais afetada pelos casos da doença, confirmou 11.574 casos de sarampo. Destes, 6.510 foram registrados na capital paulista. No total, 14 pessoas morreram em decorrência da doença.
O Governo do Estado da Paraíba, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), assinou nesta segunda-feira (11) contratos com empresas de serviços médicos de oftalmologia para a realização de cirurgia de catarata. A ação faz parte do programa Opera Paraíba e foi resultado de um edital de credenciamento, do qual seis empresas foram consideradas aptas para realizar as cirurgias.
O objetivo do programa é ampliar a oferta de acesso às cirurgias eletivas de forma complementar à estratégia do Ministério da Saúde (MS), reduzir a fila de espera pelos procedimentos cirúrgicos eletivos e descentralizar o atendimento, sendo hoje concentrado nos grandes centro urbanos: João Pessoa e Campina Grande. Ao todo, 190 municípios enviaram dados para a formação da lista e, no prazo de um ano, está estimada a realização de aproximadamente 5 mil cirurgias de catarata na Paraíba.
De acordo com o secretário de Saúde do estado, Geraldo Medeiros, até dezembro do corrente ano será realizada a projeção de 1399 cirurgias, priorizando os municípios pactuados em resolução da Comissão Intergestora Bipartite (CIB) que ainda não foram atendidos que são Picuí, Pombal, Queimadas, Cajazeiras e Cabedelo. Ele reforça o compromisso das empresas em ofertar um trabalho de qualidade para evitar qualquer tipo de infecção e sequelas graves.
“Esperamos e exigiremos das empresas contratadas a qualidade do trabalho, dentro de todo um critério de segurança do paciente, para evitar complicações. A catarata é uma cirurgia que nós consideramos de porte pequeno, mas que na eventualidade de uma complicação, pode trazer sequelas graves, inclusive a cegueira para os pacientes se ocorrer um quadro infecciosos incontrolável. Então, daí a ressalva que foi feita durante a reunião”, pontua.
O médico oftalmologista Sydney França afirma que a população da Paraíba está envelhecendo e, com isso, a demanda pela cirurgia de catarata está aumentando. Ele é representante de uma das empresas contempladas pelo programa, o Centro Médico Audiovisual, e elogia a iniciativa do governo em acelerar os procedimentos para tentar zerar a fila de espera.
“A expectativa maior é a dos pacientes que esperam ansiosos por voltar a enxergar. A cirurgia de catarata é linda e essa iniciativa do governo de manter esse trabalho é brilhante e de extrema importância. A catarata, muitas vezes, é uma doença incapacitante. A cirurgia dá uma liberdade para o paciente, principalmente ao paciente idoso, porque reintroduz ele nas atividades do dia a dia”, observa.
As empresas que foram consideradas aptas para realizar os procedimentos e assinaram o contrato nesta segunda foram: Centro de Olhos da Paraíba, Centro Médico Audiovisual, Stropp Oftalmologia, Centro Paraibano de Clínica e Cirurgia de Olhos, Instituto Visão para Todos e Oftalmológica Paulo Freire Eireli.