Na noite desta segunda-feira(03), por volta das 22:30hrs, um jovem foi assassinado a tiros na cidade de Caiçara, Agreste Paraibano.
Segundo informações, a vítima por nome de Romário, foi alvejado por disparos de arma de fogo, vindo a óbito em via pública. O crime ocorreu na rua José Félix, no conjunto Severino Emanuel.
Ainda segundo informações, o jovem já teria cumprido medidas socioeducativas no CEA- Centro Educacional do Adolescente.
A Polícia foi acionada, compareceu ao local, realizou diligências mas até o momento ninguém foi preso.
Redação
O saldo de empregos de imigrantes ficou positivo no segundo trimestre de 2018. De abril a junho deste ano, foram admitidas 11.831 pessoas de outros países, contra 9.425 demissões, configurando um saldo de 2.406 vagas. As informações foram levantadas pelo Observatório das Migrações Internacionais (OBMigra) e divulgados hoje (3) pelo Ministério do Trabalho.
Na comparação entre os meses, abril foi o de melhor desempenho, com saldo de 945 contratações. Em seguida vieram maio (821) e junho (645), revelando uma desaceleração na balança positiva entre admissões e desligamentos.
Tal movimento é perceptível quando comparados os dados do segundo com os do primeiro trimestre. Entre janeiro e março, o balanço entre novas vagas e demissões foi maior, com resultado positivo de 3.452 vagas.
O país de origem com maior participação no saldo do segundo trimestre foi o Haiti (1.468 imigrantes), seguido da Venezuela (802), Paraguai (96), Bolívia (65) e Colômbia (64). Entre as nações cujos imigrantes tiveram mais desligamentos do que novas contratações a principal foi a Argentina (-93).
Em 2018, já foram emitidas 16.255 carteiras de trabalho para pessoas vindas de fora do país. O número é 77% maior do que o total de 2017, quando foram liberados 9.172 registros para que estrangeiros possam trabalhar aqui. Venezuela e Haiti são as duas principais origens, com 8.910 e 3.603, respectivamente.
No caso da Venezuela, o grande fluxo tem sido objeto de discussões entre autoridades e polêmicas jurídicas entre o governo de Roraima e o Governo Federal. O Executivo anunciou um conjunto de medidas, mas o governo do estado com fronteira importante com o país vizinho vem buscando na Justiça restrições à entrada de imigrantes.
Fonte: Agência Brasil
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Lenda do Real Madrid e da seleção brasileira, Ronaldo se tornará o principal dono do Real Valladolid. A informação foi anunciada pelo próprio clube nesta segunda-feira em entrevista coletiva.
Líder de um grupo de investimentos que comprará 51% da equipe por 30 milhões de euros (cerca de R$ 141 milhões), o “Fenômeno” se encontrou com o prefeito de Valladolid, Oscar Puente, numa cerimônia na prefeitura.
“Ele é um ícone no mundo do esporte e a operação parece interessante”, disse o político ao diário As. “Junto com Michael Jordan, é a única pessoa que tem um contrato vitalício com a Nike. Trará muito valor a Valladolid”, completou.
“Contem conosco para fazer que o Real Valladolid se consolide na primeira divisão e siga construindo sonhos. Com a união de todos, estou convencido de que será muito difícil ganhar da gente”, disse Ronaldo.
“Quero que todos formemos este clube e convido à torcida que participe deste projeto. Dando ideias, opiniões, críticas e esperanças. Quero que sejam parte do presente e do futuro do Real Valladolid”, completou.
Fonte: ESPN
“Por volta das onze da noite acordei, mas não conseguia me levantar. Estava confuso, não entendia o que estava acontecendo”, conta um sobrevivente.
Era dia 21 de agosto de 1986. Quando amanheceu, os moradores de vários vilarejos no noroeste de Camarões descobriram, ao despertar, que muitos dos seus amigos e vizinhos tinham morrido durante a noite.
“Na manhã seguinte vi que tinha gente jogada na rua. Alguns, mortos”, relatou a testemunha. “No nosso povoado perdemos muitos, umas 75 pessoas”.
O número total, no entanto, foi bem mais alto: nesse dia, 1.746 pessoas morreram depois de inalar gases tóxicos que vinham de um lago vulcânico, além de 3,5 mil cabeças de gado.
Todas as vítimas se distribuíam em povoados ao redor do lago Nyos, próximo à fronteira do país com a Nigéria.
O desastre foi tão grave que o presidente do país chegou a pedir ajuda internacional.
A investigação
Investigações científicas foram feitas durante várias semanas para descobrir o que havia ocorrido.
Foram chamados especialistas de todo o mundo para ajudar a desvendar o mistério. Um deles era o médico britânico Peter Baxter, que chegou à região cerca de duas semanas depois da tragédia.
© Getty Images As vítimas moravam em povoados perto do lago Nyos, próximo à fronteira de Camarões com a Nigéria
“Ainda tinha corpos de pessoas e bichos espalhados pelas colinas. Quando chegamos no povoado de Nyos, que tinha pequenas casas de barro, o silêncio era total, não havia sinais de vida”, contou Baxter ao programa Witness, da BBC.
“E quando nos aproximamos do lago Nyos, ao qual se alcançava subindo uma pequena colina, vimos que suas águas estavam calmas, mas havia plantas e peixes mortos na superfície e nas margens.”
“A única vida que víamos eram as rãs, que são muito resistentes e pareciam continuar se desenvolvendo naquelas águas”, afirma o médico.
George Kling, professor da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, também foi convidado para ajudar na investigação.
“Quando chegamos ao lago Nyos, a cena era de dar frio na espinha. Todas as pessoas e todos os bichos estavam mortos”, conta.
“Predominava um silêncio, mas todas as construções estavam de pé, não parecia que tinha havido um furacão, uma inundação ou algo do tipo.”
© Getty Images O Nyos é um lago vulcânico localizado em uma parte remota de Camarões, no oeste da África
“Vimos uma cena de destruição. Antes do desastre, o lago era um lugar muito bonito, com águas cristalinas, azuis. Um ano antes estávamos nadando no lago, mas agora tudo estava diferente”, continua Kling.
“A água da superfície tinha uma cor marrom-avermelhada, havia muitas plantas flutuando. Essa vegetação vinha das margens, onde as ondas enormes haviam feito um estrago, destruindo toda a vegetação”, lembra o professor.
Mistério
As evidências físicas indicavam que uma onda de uns 40 metros de altura tinha se formado em consequência de uma alteração na profundidade do lago.
Mas era um mistério o que havia provocado a mudança – e o que havia causado a morte de centenas de moradores da região.
© Getty Images Após a liberação dos gases, a água da superfície ficou com uma cor marrom-avermelhada
Havia, contudo, um suspeito.
“As informações que vinham da região diziam que havia ocorrido uma erupção vulcânica, e que gases vulcânicos tinham sido liberados. Mas havia algo estranho nisso”, diz Baxter. “Porque não houve uma explosão grande causada por uma erupção, ou a devastação que um evento desse tipo teria provocado”, explica.
“Estávamos diante de uma situação em que muitas pessoas tinham morrido, mas havia poucos danos ao terreno e às construções nas quais elas moravam”, acrescenta.
‘Cheiro de ovo podre’
Uma das testemunhas lembra: “Eu quase morri, mas aí decidi beber azeite. Logo depois vomitei algo negro, que fedia a algo como ovo ou pólvora.”
Foram esses cheiros que deram aos cientistas um sinal do que estavam procurando e que os levaram a achar que sabiam quem era o culpado: dióxido de carbono, milhares de toneladas desse gás, que teria sido liberado do fundo do lago e descido do vulcão até o vale mais abaixo.
© Getty Images Cientistas sabiam que não houvera uma explosão porque não havia devastação no entorno
De início, os cientistas pensaram se tratar de enxofre, que tem cheiro desagradável característico e é produzido em grandes quantidades pelos vulcões.
“Mas, quando fomos ao lago e começamos a analisar as amostras, vimos que na água não tinha enxofre, nem nas plantas que rodeavam o lago e que tinham sido expostas à nuvem de gás”, explica o professor Kling.
“Era muito difícil entender essas descobertas. Até que achamos documentos antigos que falavam sobre pilotos de combate que haviam sido expostos a uma alta concentração de C02”, acrescenta.
“O gás, em concentração de 5% a 10%, age como um alucinógeno. Um dos relatos mais comuns dos pilotos era de que sentiam cheiro de ovo podre ou pólvora e que sentiam o corpo muito quente”, diz o professor da Universidade de Michigan.
© Getty Images Não se sabe por que algumas pessoas morreram vítimas do gás tóxico, enquanto outras sobreviveram
Tudo indica que o dióxido de carbono ficou em formação no fundo do lago durante vários anos.
“Como o lago é muito estratificado, ou seja, é muito fundo, e as camadas de cima não se misturam com as de baixo, o gás que se formou nas camadas de baixo estava preso. Isso fez com que se acumulasse com muita pressão”, explica George Kling.
Os cientistas dizem que o mesmo efeito se produz quando agitamos uma garrafa de champanhe e depois tiramos a rolha.
Os sobreviventes
Mas havia outro mistério: centenas de pessoas haviam morrido, mas outras, apesar de terem sido expostas ao CO2 da mesma maneira, sobreviveram.
Muitas delas eram crianças. Assim, surgiu a hipótese de que o gás tivesse envolvido as casas durante a noite, enquanto os pequenos dormiam do lado de dentro, mas seus pais ainda estavam do lado de fora.
Também se cogitou que as crianças poderiam ter ficado inconscientes mais rápido e, assim, inspirado o gás de forma menos profunda.
© Getty Images ‘Sobreviver ou morrer pelo gás foi sorte ou azar’, diz médico que esteve no local
“Alguns dos sobreviventes acordaram com pessoas mortas ao seu redor”, diz Baxter. “Sobreviver ou morrer devido à exposição ao gás foi caso de sorte ou azar.”
“O gás te deixa inconsciente rapidamente, e os que sobreviveram sentiram que ficaram inconscientes por muito tempo, mais de 10 horas, até voltarem a si, literalmente até que o gás tivesse dissipado, quando iniciava o dia e o sol começava a aquecer a terra. Mas é uma situação muito incomum, uma história realmente extraordinária”, afirma Baxter.
A força-tarefa para investigar as causas do desastre não impediu que surgissem teorias excêntricas para explicar o que tinha acontecido.
“Alguns locais começaram a dizer que países estrangeiros tinham usado uma bomba secreta, que havia uma conspiração internacional de cientistas. São ideias fantasiosas, que não têm credibilidade”, afirma.
Ainda não se sabe, contudo, o que provocou a liberação do gás mais de três décadas atrás. Uma das hipóteses sugere que houve um deslizamento de terras no fundo do lago.
O Nyos continua sendo uma ameaça potencial para as pessoas que moram na região. Na tentativa de evitar uma tragédia como a de 1986, porém, foi instalado um sistema de tubos para permitir que o gás carbônico, caso seja expelido, seja desviado do fundo com segurança.
Fonte: BBC News
Um homem foi encontrado morto a tiros na madrugada desta segunda-feira (03) na cidade de Borborema, no Brejo paraibano.
De acordo com informações, a vítima foi alvejada por disparos de arma de fogo, e estava caída em uma calçada durante a madrugada desta segunda-feira. A vítima não resistiu e morreu no local.
O local do ocorrido foi isolado para a realização da perícia. Após investigação o corpo foi removido por uma equipe da Gerência Executiva de Medicina e Odontologia Legal (Gemol). A Polícia Militar realizou diligências na região, mas até o fechamento desta matéria ninguém havia sido localizado.
Fonte: Portal do Brejo
Gestores públicos terão até 15 dias para informar ao Ministério da Saúde quantas doses da vacina contra o sarampo e contra a poliomielite foram aplicadas durante os quase 30 dias da campanha nacional. Dados preliminares do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização indicam que mais de 19 milhões de crianças com idade entre 1 ano e menos de 5 anos foram imunizadas. O número coloca a média nacional em 86%.
De acordo com o ministério, até o momento, seis estados atingiram a meta de imunizar 95% do público-alvo: Espírito Santo, Santa Catarina, Pernambuco, Rondônia, Amapá e Sergipe. O índice é recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como estratégia para manter ambas as doenças erradicadas no Brasil.
Apesar da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e o Sarampo ter sido encerrada ontem (31), a pasta orientou estados e municípios com cobertura vacinal abaixo da meta a abrir seus postos de saúde neste sábado (1º). A Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro, estado com um dos mais baixos índices de cobertura, decidiu prorrogar a vacinação por mais 15 dias.
Por meio de nota, o ministério informou ainda que, na próxima segunda-feira (3), vai avaliar, com estados e municípios, qual será o próximo passo de mobilização para aumentar coberturas vacinais em todo o país.
Fonte:EBC
O incêndio no Museu Nacional do Rio de Janeiro, situado na Quinta da Boa Vista, na capital fluminense, foi controlado apenas por volta das 3h da manhã desta segunda-feira (3). Porém, os bombeiros continuam no local fazendo o trabalho de rescaldo e de combate a outros focos de fogo. As informações são do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro.
Até o momento, não há registros de focos de incêndio na mata que cerca o museu, localizado em um parque nacional.
O Corpo de Bombeiros informou que a partir das primeiras horas desta manhã homens de 13 quartéis e 24 viaturas estavam no local. Integrantes da Polícia Federal, Polícia Militar e da Guarda Municipal, além de profissionais de saúde, também foram chamados para colaborar com os trabalhos.
Vários diretores, funcionários e pesquisadores do Museu Nacional passaram a noite no local acompanhando os trabalhos e tentando colaborar. Havia preocupação com as dificuldades em controlar as chamas, a ausência de água e o risco de desabamento.
Oficialmente, o Corpo de Bombeiros informou que não há ainda dados sobre as causas do incêndio. Ontem (2), funcionários do museu relataram problemas na obtenção de água, pois dois hidrantes não funcionaram no momento em que os bombeiros estavam no local.
Como o museu está em uma colina, no parque nacional, há uma série de limitações para o fornecimento de água. Os bombeiros confirmaram que o abastecimento de água foi feito por carros-pipa, cedidos pela companhia de água e esgoto do Rio de Janeiro.
Acervo
O Museu Nacional do Rio reunia um acervo de mais de 20 milhões de itens dos mais variados temas, coleções de geologia, paleontologia, botânica, zoologia e arqueologia. No local, estava a maior coleção de múmias egípcias das Américas.
No local, também estava Luzia, o mais antigo fóssil humano encontrado nas Américas, que remete a 12 mil anos, e representa uma jovem de 20 a 24 anos. No museu, havia ainda o esqueleto do Maxakalisaurus topai, maior dinossauro encontrado no Brasil.
O museu é a mais antiga instituição histórica do país, pois foi fundado por dom João VI em 1818. É vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com perfil acadêmico e científico. Tem nota elevada nos institutos de pesquisa por reunir peças raras, como esqueletos de animais pré-históricos e múmias.
História
O local foi sede da primeira Assembleia Constituinte Republicana de 1889 a 1891, antes de ser destinado ao uso do museu, em 1892. O edifício é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
O Museu Nacional do Rio oferece cursos de extensão e pós-graduação em várias áreas de conhecimento. Para esta semana, era esperado um debate sobre a independência do país. No próximo mês, estava previsto o IV Simpósio Brasileiro de Paleontoinvertebrados no local.
Fonte: Agência Brasil