Em esclarecimento encaminhado à imprensa, o delegado afirmou que o automóvel havia sido entregue pelo motorista que o utilizava, na última quinta-feira, ao estabelecimento, exclusivamente para a realização de reparos, estando sob a responsabilidade da oficina.
Walter Brandão disse ter sido surpreendido com a notícia de que o veículo teria sido utilizado para atividades ilícitas, ressaltando que não tinha conhecimento nem havia autorizado qualquer utilização dessa natureza.
“Sou vítima dessa situação, assim como poderia ser qualquer cidadão que, de boa-fé, confia seu veículo a uma oficina para a realização de um conserto”, declarou.
O delegado também afirmou confiar na apuração rigorosa dos fatos e demonstrou tranquilidade quanto ao esclarecimento da verdade.
O caso deverá ser apurado pelas autoridades competentes, a fim de esclarecer as circunstâncias em que o veículo foi utilizado e como as substâncias ilícitas foram parar no automóvel.


