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Notícias | Paraíba
11.06.2017 - 11h36 | Fato a Fato
Taxista "Pedro Serrador" aciona presidente da CM de Pirpirituba na Justiça por colisão em seu veículo
 
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O vereador Givanilson Lira de Freitas (Batatinha – PSD) deverá responder a ação judicial por ter batido, com o carro da Câmara Municipal de Pirpirituba, na traseira de um Siena, de placa QFM 1890, de Guarabira-PB, de propriedade do taxista Pedro Félix dos Santos, o popular “Pedro Serrador”.
 
Informações chegadas à editoria de Fato a Fato confirmam que o taxista constituiu advogado e já deu entrada na ação, pedindo indenização e pagamento do prejuízo pelo estado em que ficou seu automóvel após a colisão, ocorrida no dia 30 de maio, nas imediações do Engenho Maribondo, na rodovia Guarabira/Pirpirituba.
 
Pedro Félix, que trabalha como taxista na Praça do Hospital Regional de Guarabira, afirmou, em entrevista para a Rádio Constelação FM, que fazia uma corrida com destino a zona rural de Pirpirituba e quando deu sinal para entrar em estrada vicinal, o carro da Câmara Municipal bateu na traseira de seu automóvel, inclusive de forma violenta.
 
O taxista disse não dirigir em alta velocidade, até por que “estava” numa curva quando deu sinal para entrar na estrada vicinal. “O vereador Batatinha afirmou que eu “andava” a 120 km/hora, mas não é verdade. Como posso está a uma velocidade desta se meu carro prosseguia numa curva e dei sinal antes de adentrar a estrada de barro? Não tem sentido”, disse.
 
“Pedro Serrador” chegou a pedir justiça durante as entrevistas para as emissoras de rádios de Guarabira. “Ele, o vereador Batatinha bateu na minha traseira. Eu quis fazer um acordo na hora da colisão, inclusive por orientação dos policiais que estiveram presentes no local. O presidente da Câmara de Pirpirituba até se disse disponível naquele momento, mas ao procura-lo depois mandou fosse à justiça. É o que estou fazendo”, afirmou.
 
Versão contrária – O vereador Givanilson Lira de Freitas, o popular Batatinha, atual presidente da Câmara Municipal de Pirpirituba, em BO (Boletim de Ocorrência) prestado na Delegacia de Polícia, disse que o taxista vinha a 120 km/hora, freou bruscamente e, como o carro da Câmara Municipal vinha logo atrás, foi inevitável a batida contra o Siena.
 
Givanilson disse que poderia até seguir em frente quando o taxista freou, mas vinha outro automóvel na via contrária. 

 

 
 
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